Como posso esquecer-te simplesmente
Se o que me resta na vida é tua vida
Mesmo que o tempo afora me persiga
És tu o sentimento que me sente
A distância entre nós dois é uma mentira
Que o mundo nos impôs tão plenamente
Momentos raros como o brilho da safira
Desperta-me para estar-te frente a frente
Queria-te um sorriso, uma lágrima ou xingamento
Que fosse simples, único e meu a cada momento
Para me libertar do jogo insano do destino
Mas reservo-te o meu melhor : é um menino
Trancado dentro dum homem que finalmente
Deseja compartilhar-te espírito, corpo e mente
quarta-feira, 4 de julho de 2007
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2 comentários:
Não sei como deixar um comentário directamente no seu blogue sem passar por qualquer texto publicado. Eu nasci para mexer com as mãos na terra e não no teclado de um aparelho. Quero dizer que não domino nada da tecnologia mas aprecio com emotividade quem olha com o mesmo olhar que eu olho quando olho para a natureza. Obrigado pelo seu comentário no meu blogue 'O Pomar de Lisboa'. Creio que entendo bem o que escreve na sua página porque eu reconheço nas suas linhas, as mesmas linhas que enchem as noites da minha vida, literatura, relatos de vida, lições de vida, redacções de testemunhos. Isso é muito curioso e soube bem lê-lo. Obrigado, uma vez mais.
Não sei como deixar um comentário directamente no seu blogue sem passar por qualquer texto publicado. Eu nasci para mexer com as mãos na terra e não no teclado de um aparelho. Quero dizer que não domino nada da tecnologia mas aprecio com emotividade quem olha com o mesmo olhar que eu olho quando olho para a natureza. Obrigado pelo seu comentário no meu blogue 'O Pomar de Lisboa'. Creio que entendo bem o que escreve na sua página porque eu reconheço nas suas linhas, as mesmas linhas que enchem as noites da minha vida, literatura, relatos de vida, lições de vida, redacções de testemunhos. Isso é muito curioso e soube bem lê-lo. Obrigado, uma vez mais.
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